Arquivo de Dezembro, 2008



12
Dez
08

Dog Save Dog

Quanto mais conheço os homens mais gosto dos animais!

12
Dez
08

blogroll a meias…tempestade no sofá

politics

(aqui é mais “ó amigo” mas o cheiro é o mesmo :P)

12
Dez
08

Ainda Sá Carneiro

André Abrantes Amaral dá este excelente contributo, no seguimento da cgpiniedade publicada no mesmo blog. CGP nos comentários mantém a sua cruzada e insiste no erro que vários autores já lhe identificaram.. mas sobre a personagem, já disse o que tinha para dizer

12
Dez
08

Leitura Obrigatória…

por todos nascidos depois de 1980 (ou que não acompanhavam, nem estudaram a politica nacional da época)

12
Dez
08

Pe(r)dido

Estreando-se no Serviço Público, este Blog associa-se a este Pedido, no sentido de divulgar o mais possível, qual ente querido que saí de casa, e não mais é visto.

A quem o encontrar, pede-se o favor de entrar em contacto com Adolfo Mesquita Nunes no A Arte da Fuga

12
Dez
08

Aproveitando a deixa..

… e não sendo o meu objectivo competir com o proponente, mas sim no sentido de ajudar o Estado, e sem falar em retorno, eu por 400.000 EUR comprometo-me com o Estado a garantir 10 postos de trabalho durante 3 anos, e ainda dou um desconto de 5% pronto pagamento.

Mais um excelente texto do Helder n’O Insurgente, a não perder!

11
Dez
08

Manoel de Oliveira

100 anos de vida e 68 de casamento

“Nós não somos responsáveis pela idade que temos nem por vivermos mais ou menos tempo. Há o capricho da natureza, que dá a uns o que tira a outros. Por razões que ignoramos.” – Manoel de Oliveira

“O cinema, mesmo quando é um grande cinema feito pelos maiores cineastas, obedece a um certo número de regras que são intocáveis. O que é fascinante em Oliveira é que ele não respeita regra nenhuma. É alguém que opera quase como se não tivesse havido cinema antes dele – é preciso inventar ou reinventar tudo. É como um primitivo italiano que tem de inventar a pintura porque ela não existe antes dele ou como Jean Dubuffet ou Picasso, que não se contentam com os códigos da pintura, mas que a querem reinventar o tempo todo.” – Frédéric Bonnaud

“Ninguém tem medo da morte. Ao nascer, não há outra finalidade certa que não seja a morte. Hoje, na minha idade, penso que a morte, quer para um religioso e crente, como eu sou, quer para um leigo, será a única entrada para o absoluto.” –  Manoel de Oliveira




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